Arquivo do mês de Setembro, 2009

Review ao Belt CP V2 Parte I

Terça-feira, 29 de Setembro, 2009

Tive a sorte, ou oportunidade como lhe quiserem chamar de fazer o setup mecânico ao Belt CP V2, e também de fazer um pequeno voo cá em casa para ver se estava tudo nos conformes:

Belt CP V2

Para quem conhece o Belt CP V1, como eu, sabe que as falhas são algumas:

  • O “ESC” de série, aquece demasiado.
  • O mecanismo de controlo da cauda faz “binding“, quando se aplica “full rudder” para a direita.
  • Por as pás principais com o “tracking” correcto é difícil, devido ao desenho da cabeça e a folga entre os vários “links“.
  • O mecanismo de montagem da “canopy” não é o ideal.
  • A posição da bateria não é o ideal e trás problemas de “cog” ( centro de gravidade )

Alguns pormenores foram resolvidos nesta 2º versão:

  • Já não existe o problema de “binding” na cauda, alteraram radicalmente o mecanismo. ( E ainda bem, porque andar a limar aquilo não é grande solução ).
  • O mecanismo de montagem da “canopy” é melhor, só que muito frágil.
  • O “tracking” das pás principais está mais fácil de obter.

Agora as diferenças entre uma versão e a outra, o Belt CP V2 trás 2 coisas que são bem melhores:

  • O rádio já é 2.4Ghz.
  • Trás um Gyro HH ( “headlock” ).

Começando com a review propriamente dita, trouxe-o para casa à cerca de duas semanas atrás. A primeira coisa que fiz, foi tirá-lo da caixa, e tentar um pequeno “hover” com ele, disseram-me que ele não estava grande coisa e que era preciso substituir algumas peças e “trimmar” o heli.

Pus uma das minhas baterias, verifiquei se o comando tinha todos os “trimms” centrados e se o “Idle Up“, estava desligado e toca de ligar tudo.

Começo a mexer o colectivo, e o motor nada de arrancar, só arrancou aos 50% ( estranhei logo ), no entanto tinha lido há pouco tempo que em alguns comandos da Esky, não têm o “trimm” do colectivo centrado, e que por causa disso o colectivo só começa a responder aos 50%, então lá movi o “trimm” do colectivo para os 50%, e perfeito..

Atenção, neste rádio o “trimm“, não estava bem centrado, o que não quer dizer que nos vossos não esteja… ou seja a maneira correcta de ligar o heli, é sempre com o “trimm” do colectivo no mínimo, para evitar supresas, e também com o “Idle Up” desligado…

Depois de resolvido este problema, lá comecei por fazer um pequeno “hover” na sala… estava praticamente tudo bem, para além de uma vibração na cabeça, e a cauda estar completamente perdida, de qualquer das maneiras que tivesse o gyro ( “rate mode” ou em “headlock mode” )..

Depois do hover, pego nele e pronto, mal toquei no “ESC“, lá estava ele a queimar os dedos tal e qual como o meu original.. maus velhos tempos pensei logo eu…

Toca então de desmontar a cabeça e ver se está tudo no sítio… retirei o “feathering shaft“, e estava ligeiramente torto, o eixo principal estava bom..

Toca de montar tudo e ver se punha o “tracking” no sítio… nada mais fácil… ( mesmo sem os “Xtreme Turnbuckles” ) bastaram 2 ou 3 volta e o “tracking“, ficou logo no sítio… esta cabeça do V2 tem mais uns “washers” lá no meio… portanto de certeza que ajudam…

De seguida fui tentar, acertar o gyro na cauda, o que estranhei foi a facilidade com que o acertei, o mecanismo de prender o servo traseiro ao cauda é diferente, e deixem que vos diga, bastante melhor e permite ajustes muito mais pequenos que o do meu…

O setup deste gyro, não é trivial, é preciso saber umas quantas manhas para fazer o setup correctamente, nada melhor do que seguir um guia por alguém que já têm experiência nestas coisas…

Depois de estar a cauda acertada, foi só fazer outro teste para ver se estava tudo bem, e se o setup estava correcto.. a cauda ficou impecável.. nem se mexe… raramente consigo fazer isto no meu, e foi tudo devido ao mecanismo que segura o servo, e também o gyro que é ligeiramente melhor que o meu..

Claro que ao montar a “canopy“, um dos apoios partiu-se logo… é um dos defeitos que lhe aponto, tirando isso só mesmo o “ESC“…

Outra coisa que notei, é que o problema de “cog“, se existe, não é tanto nesta versão… mas também não fiz um grande voo com ele..

Recomendo vivamente a compra deste modelo, em vez do V1, e maior parte das peças do V1 dão para este, mal me acabem as peças suplentes para o modelo V1, vou fazer a migração para o V2… que ninguém se engane e pense que isto é um “T-rex” ou um “CopterX“, longe disso… a qualidade e as montagens das várias peças não tem nada a ver, mas que este compensa em relação ao V1, lá isso compensa..

Um bem haja a todos e bons voos…

33º Voo…

Segunda-feira, 28 de Setembro, 2009

Vou começar por dizer, que acabei este voo a apanhar peças a 15 metros de distância de onde ele caiu… isto é para terem mais ou menos uma ideia da espeta que foi…

Voltando atrás, este foi o teste de fogo aos servos da Tower Pro, estava com a fé que as coisas iam correr bem melhor com estes servos do que com os da Esky, principalmente depois do teste que cá fiz em casa ter sido uma experiência tão diferente…

Comecei a 1º bateria, tentando dar um jeito no “tracking” das pás, tarefa quase impossível, e acabei por desistir, visto que estava farto e queria treinar as minhas figuras 8.. lá ajeitei o “tracking” das pás o melhor que consegui ( ficaram para aí com uma distância de 50mm ou coisa parecida entre elas )..

Comecei suavemente, “hover tail in“, depois “hover side in” para os dois lados ( tudo em “Idle Up” pois claro ) que o modo normal já não dá pica… estava tudo a bater certo, a tal vibração na cauda desapareceu, e os patins novos são lindos..

Como sabem, o heli continua pesado na cauda, ainda não resolvi o problema, mas em breve vai ficar ( ou pelo menos assim o espero ), então apliquei um pouco de “trimm” no comando, para compensar esse peso, e só vos digo absolutamente perfeito o comportamento do heli, praticamente não precisava de tocar no cyclic para ter um hover perfeitamente estável…isto derivado aos servos.. com esta brincadeira toda, gastei praticamente uma bateria inteira só a brincar com o heli a 5 cm do chão se tanto.. com ele de um lado para o outro…

Ora vai para a esquerda ora vai para a frente, ora vai para trás, etc etc etc… um espectáculo de controle absoluto sobre o heli em “tail in” claro..

Depois de gasta a bateria, era altura de treinar as figuras 8…

Isto eram quase umas 8 horas da noite, e infelizmente uma das borrachas que prendem a “canopy” ao heli, perdeu-se ( ou melhor julgava que a tinha perdido, afinal estava metida na barra ), então esta última bateria foi feita sem “canopy“.. ora a esta hora da noite pouca luz há…

Então venho da esquerda para direita, passando o heli à minha frente, começo a aplicar “rudder” e um pouco de “cyclic” para a esquerda para ele fazer a volta, e de repente perco o focus, e de seguida a orientação, ainda o ponho a dançar com o “cyclic“, fazendo movimentos bruscos, mas já não havia nada a fazer, e em pânico ponho o “collective” no mínimo, quando o vejo a descer é que me lembro que estou em “Idle Up“, logo está com 100% de rotação no motor, e com uns -8º nas pás, em menos de um segundo o gajo percorreu os 2 metros de altura a que estava…até se estatelar no chão com um barulho desgraçado…

Ficou durante um segundo, com o motor a roncar em seco, enquanto estava deitado sobre o seu lado direito, até que me lembrei de desligar o “Idle Up“… aproximo-me…e a primeira coisa que vou ver é a bateria, que isto sem “canopy” é bem mais perigoso…

Olho atentamente, e as pás principais e a “flybar” não estão ao pé do heli… estão a cerca de um passo dele..e eu a pensar: “Que raio?”, chego-me mais ao pé, e vejo que o “Main Blade Housing“, está partido ao meio.. e também que um dos “washout arm’s” também partiu ao meio..

Ficam aqui com umas imagens dos estragos:

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Algumas das peças que consegui encontrar no chão, e sim aquilo é um pedaço de um dos rotores traseiros que encontrei para aí a uns 15 metros do local onde ele caiu.. e na imagem não se vê, mas uma das pás, perdeu metade do seu tamanho, mas também não encontrei essa metade.. eclipsou-se.. algures..e podem também ver a cabeça do heli que foi completamente arrancada do “main shaft“.

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Um pedaço de um dos “blade holders“, completamente desfeito como se pode ver.

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O pormenor de onde o “Main Blade Housing” se partiu, e também o “washout arm” partido ao meio..

Lista dos estragos:

  1. O servo da frente, que era novinho em folha.
  2. Pás principais
  3. Pás do rotor traseiro
  4. Washout arm’s
  5. Xtreme Turnbuckles“, não consegui encontrar um deles, fiquei fulo à brava.
  6. Xtreme oval links replacement“, também consegui partir os dois que estavam montados
  7. Flybar
  8. O eixo do rotor traseiro ficou torto.
  9. Tail pedestal” Aquelas duas varas que vão desde os patins até à cauda para dar suporte. ( Só parti uma )
  10. O servo “rod” que liga o servo traseiro ao rotor traseiro, partiu no encaixe das duas “ball’s link’s
  11. “Main blade holders”, os dois..
  12. “Main blade housing” partida em dois, como podem ver nas pics.
  13. “Horizontal and vertical fin”, as duas partidas, à vertical falta-lhe para aí metade, à horizontal só uns bocados.

Agora para mim o mais estranho disto tudo, é que o “feathering shaft“, “main shaft” e a “main gear“, ficaram complemente intactos, estas 3 peças que costumam ser logo as que ficam danificadas, desta vez sobreviveram brilhantemente a toda esta festa…

Cá para mim, o “Main blade housing“, já estava fragilizado dos outros acidentes todos que tive…então quando as pás bateram na cauda, partiu-se logo não transmitindo danos nenhum ao resto do conjunto da cabeça.. o que até não é nada mau.. não me estava nada a apetecer ter que andar a trocar a “one way bearing” à “main gear” outra vez…

Isto foi no sábado ao final da tarde, mal cheguei a casa desmontei-o para ver quais eram os estragos, e ver que peças tinha que encomendar.. lá mandei um email à Brinkedos, com a lista de peças e hoje fui lá buscá-las..

A única coisa que me falta são os “Xtreme Turnbuckles“, que não tinham em stock, mas acho que me consigo safar usando os antigos, o “tracking“, fica mais difícil de ajustar mas também não é nada do outro mundo..

Vou ver se o monto durante esta semana, para no fim de semana ir dar outra volta com ele, a ver é se desta vez corre melhor..

Um bem haja a todos e bom voos..

PS: Se forem ver a página de custos, já foi actualizada, e tem para lá uma carrada de peças que hão-de ver montadas mais tarde. Estou à espera que cheguem as finais, para montar tudo de uma só vez..

Walkera 4#3B e o pessoal do trabalho…

Segunda-feira, 28 de Setembro, 2009

O pessoal lá do trabalho, sabe que eu tenho a panca pelos heli’s, até porque de vez em quando me vêem lá a voar ao pé do escritório..

Então a semana passada, levei o meu pequeno 4#3B para mostrar ao pessoal de lá…e para eles verem que afinal não é assim tão fácil controlar um heli…

Porque havia um ou dois, que diziam que aquilo não custava nada, e não percebiam porque é que eu andava sempre a partir os heli’s..

Lá cheguei todo pimpolho, e a seguir à hora de almoço, toca de fazer uma demonstração para eles verem como é que aquilo funcionava, explicar o comando e também com o que é que se tinha de ter cuidado, e dei também algumas dicas só mesmo naquela…

Primeiro, foi um colega de trabalho brincar com aquilo, ora o 4#3B é tudo menos indicado aos principiantes, e isto porque é extremamente nervoso e muito incontrolável… este era um dos que dizia que aquilo não custava nada e era sempre a bombar…. resultado nunca o conseguiu levantar de cima da mesa, era vê-lo a tentar controlar o heli, enquanto ele rodava na mesa feito doido..

Depois passou um dos meus patrões, e também queria brincar ( ele tinha levado uma chocolateira para o escritório no outro dia para eu ver, era um heli de 2 canais por infravermelhos ), lá lhe pus o comando na mão..e lá lhe expliquei como é que aquilo funcionava…e toca de ver a bela da descoordenação..era vê-lo a dar gás ao máximo, ver o heli a rodar sobre si próprio, e ó para ele a cair directo ao chão…

Só agora é que um gajo consegue ver o que já evolui, desde que comecei a brincar com estes heli’s… é que a diferença é do dia para a noite.. não tem nada a ver.. quando se está a começar não se tem coordenação nenhuma…o “hover” é impossível porque não temos os instintos ainda a funcionar… agora sempre que num dos heli’s é automático, nem preciso de pensar para fazer um “hover tail in“..é só dar-lhe “collective” e controlar o “cyclic” e o “rudder” e está a andar…

Agora este pessoal que não têm experiência nenhuma, que diferença…

Claro que me fartei de rir com esta gente…estava ali tudo com a pica, a mandar “bitaites”, até perceberem que afinal não é assim tão fácil como parece..

Um bem haja a todos e bons voos…

Antes do último desastre…

Segunda-feira, 28 de Setembro, 2009

Bem sei que já não venho cá há algum tempo, mas entretanto tive 3 semanas muito complicadas de trabalho, e depois de ter terminado a tareia do trabalho, andei de volta do heli a instalar os novos servos e a fazer uma revisão completa.. devido àquela vibração na cauda..

Começando do início, antes de montar os servos novos ( os Tower Pro SG-90 ), decidi começar por desmontar todo o heli primeiro de uma ponta a outra, para verificar se está tudo no sítio…

Desmontei a cauda, e reparei que os parafusos que estavam montados na “CNC Tail Box” não estavam como era suposto.. a “CNC Tail Box” trás 9 parafusos dos quais 4 são mais curtos que os outros 5, ora os mais compridos estavam montados no sítio errado, o que fazia com que entrassem em contacto com a correia da cauda, não sei se esta era a causa da vibração ( mas penso que sim ), corrigi o erro e toca de seguir para cabeça do heli.

Começo por desmontar os “blade holders” e a “flybar”, resultado dentro dos “blade holders“, tinha esta carrada de peças:

Washers inside blade holders

Se repararem com atenção tenho demasiadas coisas lá metidas dentro.. não admira que o “tracking” estivesse a bater mal, e se reparem nalgumas peças estão bem danificadas.. isto devido ao aperto que lhes dei, quando estava a apertar as porcas do “feathering shaft“….

Com tudo desmontado em cima da mesa, “ESC” para um lado, o “receiver” para outro, toca de tentar montar os servos da Tower Pro, eu já sabia que os servos não cabiam directamente na frame, principalmente o servo do lado direito ( o servo do pitch )…

Então lá peguei na “dremmel“, e seguindo o espectacular manual do Ian ( ChopperAddict ) que ele tem no site, pus mãos à obra… o resultado inicial foi menos que óptimo como podem ver pelas seguintes imagens:

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Como podem ver, limei a “frame” muito mal mesmo, tendo ficado com um “throw” diferente neste servo, devido à inclinação que ele tinha, logo a “swash plate“, não se movia da maneira correcta ao longo de todo o “pitch“… Andei à guerra com isto, recorrendo ao fórum Heliguy.

Lá me disseram, que mais valia fazer o “RDTS Mod” a esta frame e acabava logo com o meu sofrimento, mas como não tinha as peças necessárias para o fazer, nem sou gajo para desistir tão facilmente, fui comprar 3 limas de precisão ( as chamadas “needle files“, e pus-me a limar a “frame” para ver se conseguia por o servo direito..

Passado umas 2 ou 3 horas de estar a limar a “frame”, e depois de lhe ter dado mais uma achega com a “dremmel“, lá consegui por o servo direito, e a “swash plate” a mover-se correctamente ao longo de todo o “pitch“…

A partir daqui, pensei que tinha o problema resolvido… então toca de montar a cabeça do heli, e toca de ver se os ângulos das pás estão os correctos… não estavam… lá estava eu outra vez com o “pitch” completamente errado, desta vez tinha cerca de -12º a 5º mais coisa menos coisa…

Depois de outra troca de ideias e imagens com o pessoal da fórum da Heliguy, lá ouve alguém que se lembrou de dizer, para ver o tamanho de todos os links da cabeça.. o problema estava mesmo aqui… depois de ter o tamanho corrigido… lá bateu tudo certo, e fiquei com o heli pronto a voar… e entretanto ainda descobri que tinha a “flybar” torta, nem sei como é que a entortei, enfim…

Entretanto tinha encomendado também os “skids” da Xtreme, então que melhor altura para os montar do que agora?

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Os novos lá atrás e os antigos cá à frente, digo desde já, que estava a ver que não os conseguia montar, é que o sítio dos parafusos não bate exactamente no mesmo sítio que os patins dos antigos.. mas o aspecto é 50X melhor, e são também mais resistentes, para além de serem mais pequenos… o que talvez não é a melhor coisa para quem se está a iniciar, mas para quem já consegue fazer um “hover” estável, parecem-me muito bem…

Entranto antes de ir voar, fiz um pequeno teste cá em casa, para saber como é que se estavam a portar os servos da Tower Pro, e que espectáculo, 100 vezes melhores que os da Esky, o controle sobre o heli é completamente diferente, para além de que centrar estes é bem mais fácil, os gajos centram-se muito bem, só um deles é que não o consegui centrar a 100%, os outros 2 ficaram mesmo no sítio…

Tive foi azar com um deles, é que um deles morreu-me de repente.. não sei se foi por o estar a forçar no buraco do lado direito da “frame“, ou se era defeito.. só sei que de repente, apagou-se, e rodou mais de 90º sozinho, ficando naquela posição para sempre..

Acerca do “RDTS Mod“, isto é o “Reverse Direct To Swash Mod”, que basicamente o que faz é ligar os servos directamente à “swash plate“, em vez de passarem por todos aqueles “L’s” e “links“, o “Reverse“, vem de pormos o servo da frente atrás do “main shaft”, toda a gente que o faz diz muito bem dele, e que melhora o controlo do heli substancialmente, e que isto é uma das grandes falhas do Belt CP, entre outras.. estou só à espera que cheguem as peças que preciso, para o fazer no meu Belt CP, até já cá tenho uma frame, que é para estar à vontade, não vá enganar-me nalguma coisa quando o fizer.. eu depois ponho aqui um guia de como se faz o “RDTS Mod“, partindo do principio que corre tudo bem, é um pouco arriscado fazê-lo com o transmissor de origem, mas é o que há.. portanto vai ter que ser…

Mas também já me ando a informar dos preços dos rádios ( Spektrum DX7 e o Futaba de 7 canais ) para ver quais é que são as probabilidades de fazer o upgrade…

Um bem haja a todos e bons voos..